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Abres - Associação Brasileira de Estágios

Estatísticas

Matrículas na Educação

De acordo com dados do último Censo da Educação Básica do Inep/MEC de 2014, existem no Brasil 8.300.189 matriculados no ensino médio. Já no médio técnico temos  1.374.569 alunos em todo o país. Juntando os dois níveis (médio + médio técnico), temos 9.346.233 estudantes, pois 328.525 realizam os cursos concomitantemente.

Já no nível superior, segundo o Censo Inep/MEC 2013, temos 7.305.977 alunos. Desses, 6.152.405 são de cursos presenciais (um crescimento de 3,85% em relação ao ano passado) e 1.153.572 de educação à distância (aumento de 3,57% no mesmo período).

Em 2013, 11.945.079 candidatos foram inscritos para vestibulares em cursos presenciais e a distância, mas apenas 3.429.715 vagas foram oferecidas. Desses quase 12 milhões, 7.232.646 queriam universidades públicas, enquanto 4.712.433 focavam nas particulares. Infelizmente, desses, somente 22,9% (2.742.950) concluem o sonho de entrar em uma faculdade. Ou seja, 8.515.364 não tiveram acesso à educação superior naquele ano.

Dos mais de 7 milhões almejando uma oportunidade em escolas federais, estaduais e municipais, apenas 6,8% passam (494.940). Nas privadas, a porcentagem sobe para 36,7% (1.732.605) dos quase 5 milhões. Dos ingressantes, 19,4% (531.846) vão para uma instituição de ensino pública, enquanto 80,6% (2.211.104) se dirigem a uma particular.

Com relação à pós-graduação, temos no Brasil 203.717 mil alunos. Ou seja, apenas 2,9% em relação ao índice de estudantes da graduação. No entanto, houve um aumento de 8,5% em relação ao último censo de 2011.


Ensino Médio e Educação Profissional

O último Censo Escolar do Inep/MEC 2014 contabilizou aproximadamente 49.771.371 milhões de matrículas distribuídas em diferentes etapas e modalidades de ensino da educação básica. Desses, 8,3 milhões são do ensino médio e podem estagiar a partir dos 16 anos. Se compararmos entre 2012 e 2013, veremos um leve declínio de 76.663 alunos, isto é, 0,1%.

Estudam no período noturno 2.151.314 milhões, ou seja, 26% do total. A opção por esse horário mostra o interesse em conseguir uma atividade com renda para complementar os ganhos de suas famílias. Na separação por sexo, o número de mulheres é de 53%, já os homens 47%.

Quando falamos do ensino profissionalizante, é possível notar um baixo número de alunos. Temos 1.374.569 matriculados em todo o país. Esse número aumentou consideravelmente em relação a 2011, com um crescimento de 38,4%.

No total, temos 9,3 milhões de alunos no médio e médio técnico aptos a estagiarem, mas apenas 260 mil conseguem uma vaga, representando 2,78% dos estudantes brasileiros.

Ensino Superior

De 2002 a 2013, o número de alunos na educação superior dobrou, passando de 3,5 para 7,3 milhões. Já o total de concluintes deu um salto de 107%, passando de 479.275 para 991.010. É importantes ressaltar o número de licenciados com o diploma na mão: 201.011 (20,28% do número total de formados), podendo exercer o cargo de professor no ensino médio.

Os ingressantes também evoluíram 87,1% em 2013: atualmente, 2.742.950 entram no ensino superior, contra 1.465.605, há dez anos. São 32.049 cursos de graduação, distribuídos em 2.390 instituições (301 públicas e 2.089 particulares).

Apesar do avanço no número de formandos, infelizmente apenas 36,1% dos calouros "pegam o diploma", sendo 229.278 no setor público e 761.732 no privado. Grande parte desses estudantes não conclui ou abandona o curso provavelmente por falta de condições financeiras. Esses números provam a importância do estágio, pois ele contribui para auxiliar o futuro profissional a custear seu curso. Afinal, para estagiar, o jovem obrigatoriamente precisa estar regularmente matriculado.

Dos mais de 7,3 milhões de jovens universitários, 67,2% optaram pelo bacharelado, enquanto 18,8% fazem licenciatura e 13,6% são tecnólogos. Cerca de 5.373.405 (73,5%) estão na universidade particular e 1.932.527 (26,4%) na pública. Fora isso, 3.708.133 (50,7%) tem entre 18 e 24 anos.

Além disso, destaca-se o fato de termos 7,3 milhões de estudantes no ensino superior e 9,5 milhões de estudantes inscritos no Enem - Exame Nacional do Ensino Médio, no ano de 2014. Ou seja, um volume superior de estudantes interessados em ingressar em uma graduação. "Os jovens estão cada vez mais motivados a dedicar-se à vida acadêmica, pois reconhecem a importância de uma formação para sua carreira", afirma Carlos Henrique Mencaci, presidente da Abres - Associação Brasileira de Estágios.

Total de Matriculados - Inep/MEC 2013

Curso Matriculados %
Administração
1.320.483
18%
Engenharia
915.461
12,5%
Direito
769.889
10,5%
Pedagogia 603.266 8,6%
Ciências Contábeis
328.031
4,5%
Computação e Sistemas de Informação
274.859
3,7%
Enfermagem
228.515
3,1%
Comunicação Social
218.481
3%
Educação Física
193.474
2,6%
Letras 178.770 2,4%
Ciências Biológicas 168.995 2,3%
Psicologia 179.892 2,4%
Total dos doze 5.380.116 73,6%
Total Brasil 7.305.977
100%

 

Total de Concluintes - Inep/MEC 2013

Curso Concluintes %
Administração
225.833
22,7%
Pedagogia
201.011
20,3%
Direito
95.118
9,6%
Engenharia 72.005 7,3%
Enfermagem
32.239
3,2%
Ciências Contábeis
41.929
4,2%
Comunicação Social
35.838
3,6%
Computação e Sistemas de Informação
33.882
3,4%
Educação Física
29.974
3%
Letras
25.416
2,5%
Ciências Biológicas 23.538 2,4%
Psicologia 20.005
2%
Total dos doze 836.788 84,4%
Total Brasil 991.010 100%

 

Ensino Superior Tecnólogo

A expansão de matrículas também ocorreu no nível tecnólogo, ocorrendo um aumento de 104,5% nos últimos quatro anos. Se em 2009, havia 486.730 alunos, em 2013, chegou-se aos 995.746. Do total, 146.169, ou seja, 14,4% estudam em escola pública. Já em instituição privada são 852.577 estudantes (85,6%). Esse tipo de graduação é diferente das convencionais, por ter uma carga horária reduzida e uma grade mais prática, focada na preparação para o mercado.

Atualmente, ingressam 521.766 alunos nessa modalidade. No entanto, o crescimento no número de estudantes desse nível tem sido menor a cada ano. Entre 2010 e 2011, subiu 11,4%, de 2011 a 2012, 7,9% e de 2012 a 2013, 5,4%. Contudo, esse aumento de alunos em cursos tecnológicos ainda é maior, se confrontarmos com os de bacharelado e de licenciatura. Esses, entre 2011 e 2012, cresceram 4,4% e 0,7%, respectivamente e entre 2012 e 2013, 4,4% e 0,1%.

De acordo com o Censo de 2013, temos 6.224 cursos tecnólogos no país, sendo 1.146 em instituições públicas e 5.078 em instituições privadas. Em 2013, foram 194.962 concluintes da modalidade no Brasil.  

Ensino Superior à Distância

Entre os anos de 2012 e 2013, as matrículas avançaram 3,6% nos cursos à distância e 3,8% nos presenciais. Desse modo, os cursos de EAD já representam mais de 16,1% do total de matrículas em graduação.

Dos 1.153.572 alunos matriculados em EAD, 999.019 estudam em instituição de ensino privada e 154.553 em instituição pública. Além disso, 449.582 fazem algum curso da área de educação, 3.795 cursam humanidades e artes, 503.569 fazem ciências sociais, negócios e direito, outros 25.451 estudam ciências, matemática e computação, 1.939 agricultura e veterinária, 96.497 saúde e bem-estar social e 50.364 serviços.

Dados estatísticos do Ensino Médio e Superior

(Fontes: Ensino Médio: Censo Inep/MEC 2014 e Ensino Superior: Censo Inep/MEC 2013)

 


O perfil do universitário brasileiro

O Censo 2013 aponta três tendências no perfil dos universitários brasileiros. Cerca de 57,2% ( 4.180.749) dos matriculados no ensino superior são formados pelo sexo feminino. Do total de 7,3 milhões de estudantes desse nível, 63,1% estudam no período noturno. Por fim, a minoria escolhe hoje ser professor no país, ou seja, apenas 17% dos ingressantes optam pela licenciatura, contra 63,4% que vão para bacharelado e 19% para tecnólogo.

O estágio também contribui para esse financiamento. Afinal, só pode estagiar quem estiver estudando. Além de ser a porta de entrada para uma nova carreira, ele é o maior instrumento de inserção do jovem no mercado de trabalho.


Quando olhamos a quantidade de universitários por região do país, constamos: dos 7,3 milhões de alunos, 568.337 são da região Norte, 1.521.706 do Nordeste, 3.329.946 do Sudeste, 1.189.713 no Sul e mais 696.275 alunos no Centro-Oeste.

Ingressam 2.742.950 alunos em todo Brasil, sendo 203.743 (7,4% do total) no Norte; 514.312 no Nordeste (18,8%); 1.314.095 no Sudeste  (47,9%); 430.560 no Sul (15,7%); e 280.240 no Centro-Oeste (10,2%).

Enquanto isso, o número de concluintes é de 991.010 universitários, sendo 74.934 na região Norte, 7,5% do total;  174.032 no Nordeste (17,5%);  482.844 no Sudeste (48,9%); 163.836 no Sul (16,5%);  95.364 no Centro-Oeste (9,6%).

Quando analisamos a relação entre o número de ingressantes versus os concluintes, em cada região, temos o seguinte quadro: no Norte, 36,8%  terminaram o curso, no Nordeste, 33,8%, no Sudeste, 36,7%; no Sul, 38% e no Centro-Oeste, 34%. Ou seja, percentualmente, a região Sul,  Norte e Sudeste formam mais profissionais.  Como a média Brasil é de 36,1%, estão abaixo desse número as regiões Nordeste e Centro-Oeste.

O jovem fora da escola

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD, de 2013, moram na Região Sudeste 42% da população brasileira, seguida pela Região Nordeste, com 27,7%, a Região Sul, com 14,3%, a Região Norte, 45,3% e, por fim, a Região Centro-Oeste, com a menor concentração populacional, 7,5%. Desse total da população brasileira, 51,4% são mulheres e 48,6% são homens.

Crianças, adolescentes e jovens de até 29 anos de idade correspondiam a 46,6% da população brasileira total, de acordo com a PNAD 2013. Os jovens de 15 a 29 anos de idade correspondiam a 24,3% da população e a taxa de ocupação dessa faixa etária foi de 57%.

Infelizmente, grande parte dos brasileiros não tem acesso à educação. Segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2012, 18 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos estão fora da escola e 1,8 milhão não cursam o ensino médio. Esse número representa 17,9% do total de talentos no Brasil. Entre 18 e 24 anos, fase de ingressar em uma universidade, mais de 14,6 milhões não estudam; ou seja, 64,8% do total nesta faixa etária.

A falta da frequência na escola também reflete na busca por um trabalho. Segundo pesquisas realizadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a taxa de desemprego entre os jovens de 18 a 24 anos, em 2013, foi de 17,21%. Os motivos são diversos: a falta de domínio da língua portuguesa, de ferramentas de informática e postura inadequada, competência aprendidas no contato com educadores. Somente 12% dos jovens entre 18 e 24 anos ingressam em uma faculdade.  

A taxa de ocupação das pessoas de 18 a 24 anos foi de 60,8%, em 2013, sendo que 46,0% dos jovens neste grupo somente trabalhavam e 14,9% trabalhavam e estudavam. O percentual de jovens nesta faixa etária que somente estudava foi de 15,1%. Já no grupo de 25 a 29 anos de idade, observou-se que apenas 10,9% estudavam, sendo que 7,8% conjugava estudo com trabalho. Cerca de 2 em cada 3 pessoas neste grupo etário somente trabalhavam e a taxa de ocupação foi de 75,0%.


A distribuição entre as regiões traz um cenário diferenciado entre os jovens de 15 a 29 anos de idade. Na Região Norte, são 9,4%; Nordeste,  28,9%; Sudeste 28,4%; Sul, 13,5% e Centro-Oeste, 7,7%.

Região (%)
Só estuda
Trabalha e estuda
Só trabalha
Não trabalha, nem estuda
Norte
10,5 9,3
8,3
10,6
Nordeste
31,1
26,1
25,7
35,2
Sudeste
38,9
38,6
42,9
37,9
Sul
11,7
17,1
15,3
9,6
Centro-Oeste
7,7
8,9
7,9
6,7

Ainda segundo dados do Pnad, em sua pesquisa "Síntese de Indicadores Sociais", um em cada cinco jovens de 15 a 29 anos não estuda e nem trabalha, totalizando 9,6 milhões de pessoas. O número cresce para quase um quarto (23,4%) na idade de 18 a 24 anos, ou seja, 5,2 milhões de jovens. As mulheres dominam a geração "nem-nem", com 70,3%. Dessas, 58,4% já tinham pelo menos um filho.

Vagas de estágio no Brasil

De acordo com pesquisa realizada pela Abres, o número de estagiários no Brasil antes da aprovação da Lei n° 11.788 era de 1,1 milhão. Hoje, ele é 1 milhão, sendo 740 mil para o ensino superior e 260 mil para o ensino médio e técnico. As cifras foram resultados de um levantamento feito com os agentes de integração e instituições de ensino do país.

Assim, considerando 2008, antes da aprovação da lei e da crise econômica mundial, quando tínhamos 1,1 milhão de estagiários no país, o número diminuiu 9,1%. Segmentando por nível, eram 715 mil no superior e agora são 740 mil, ou seja, um aumento de 3,5%. Já no médio eram 385 mil e agora 260 mil, uma redução de 32,5%. Um dos motivos para o maior avanço no superior é a limitação no artigo 17 da atual lei de estágios, 11.788/2008, para contratação de alunos do ensino médio. Infelizmente, muitos jovens precisaram voltar para casa.

O maior número de vagas oferecidas são para estudantes de Administração (16,8%), Direito (7,3%), Comunicação Social (6,2%), Informática (5,2%), Engenharias (5,1%) e Pedagogia (4,2%). Apesar disso, em algumas carreiras faltam candidatos para preencher a demanda de oportunidades oferecidas pelas empresas, principalmente Engenharia, Estatística, Matemática, Biblioteconomia, Química e Secretariado Executivo. Nesse caso, as empresas oferecem bolsa-auxílio mais alta.

Sobre a melhor época para procurar uma vaga, o presidente da Abres dá uma dica aos estudantes. "Nós sempre aconselhamos o jovem a buscar uma vaga já no primeiro ano de curso, dessa forma, é possível construir uma carreira profissional de sucesso desde cedo", afirma Carlos Henrique Mencaci.

Infelizmente, o número de estudantes é muito maior em relação à oferta de vagas e a grande maioria não consegue uma oportunidade. Se analisarmos ainda mais esses números, nos deparamos com uma situação preocupante. Temos 16,1 milhões de possíveis estagiários, quando consideramos a soma dos níveis superior, médio e técnico, porém apenas 6,2% deles conseguem estagiar.

Pesquisa revela quanto recebe um estagiário no Brasil

O estudo, realizado pelo Nube - Núcleo Brasileiro de Estágios entre os dias 15 de setembro e 15 de dezembro de 2014, envolveu 22 mil estagiários de diferentes níveis. Todos os participantes possuem contratos de acordo com as regras da nova Lei de Estágio, nº 11.788/08. Os resultados revelaram um aumento de 12,8% em relação a 2013. A média nacional, agora, é de R$ 969,83.

Acompanhe a lista dos dez cursos mais bem pagos no Brasil, separados por nível:

 

Superior:
Média Brasil: R$ 1.100,07

1 Agronomia R$ 1.622,01
2 Estatística R$ 1.564,83
3 Ciências Atuarias R$ 1.526,82
4 Economia R$ 1.510,45
5 Bacharelado em Ciência e Tecnologia R$ 1.461,96
6 Engenharia R$ 1.354,26
7 Química Industrial R$ 1.275,88
8 Química R$ 1.263,12
9 Ciências Contábeis R$ 1.197,21
10 Relações Públicas R$ 1.192,08

 

Superior Tecnológico
Média Geral: R$ 950,09

1 Construção Civil R$ 1.178,88
2 Gestão da Qualidade R$ 1.159,21
3 Mecatrônica R$ 1.071,86
4 Análise e Desenvolvimento de Sistemas R$ 1.082,60
5 Gestão Comercial R$ 1.029,42
6 Processos Gerenciais R$ 1.013,74
7 Comércio Exterior R$ 1.011,84
8 Secretariado R$ 1.007,76
9 Design Gráfico R$ 988,06
10 Redes de Computadores R$ 966,77

 

Médio Técnico
Média Geral: R$ 746,19

1 Segurança do Trabalho R$ 881,18
2 Química R$ 869,23
3 Eletrotécnica R$ 830,24
4 Eletroeletrônica R$ 800,83
5 Edificações R$ 791,71
6 Mecânica R$ 790,94
7 Eletrônica R$ 779,79
8 Mecatrônica R$ 767,88
9 Redes de Computadores R$ 756,25
10 Secretariado R$ 749,56

Ensino Médio
Média Geral: R$  597,95

 

Sul:

Homem: R$ 1.146,16
Mulher: R$ 1.107,01

Médio técnico: R$ 734,55
Superior: R$ 1.240,35

Sudeste:

Homem: R$ 1.012,69
Mulher: R$ 903,13

Médio técnico: R$ 806,49
Superior: R$ 1.200,68

Centro-oeste:

Homem: R$ 1.265,5
Mulher: R$ 1.090,23

Médio técnico: R$ 895,33
Superior: R$ 1.198,89

Nordeste:

Homem: R$ 1.007,71
Mulher: R$ 891,38

Médio técnico: R$ 698,48
Superior: R$ 974,15

Norte:

Masculino: R$ 638,54
Feminino: R$ 693,92

Médio técnico: R$ 595,69
Superior: R$ 886,28

Ao analisarmos as modalidades distintas de ensino, nota-se a seguinte diferenciação: no nível médio técnico, os alunos com estágios em andamento recebem a média de R$ 746,19 (em 2013, era R$ 670,69). No superior tecnólogo, R$  950,09 (antes, R$ 884,00). Por fim, para o superior saltou de R$ 964,81 para R$ 1.100,07. O Nube também registrou quanto recebem as variadas faixas etárias. De 16 a 18 anos, a média fica em R$ 644,92. Na sequência, entre 19 e 23, R$ 1084,02. O melhor momento, do ponto de vista financeiro, abrange exatamente aqueles entre 24 e 29 anos. A remuneração anotada é de R$ 1123,68. Na sequência, de 30 a 39, o valor é de R$ 912.45. Entre 40 e 49, R$ 799,08 e, na última segmentação detalhada, acima dos 50 anos, R$ 811,27.

Na avaliação separada dos sexos, notou-se um crescimento maior na bolsa direcionada às moças, se comparado ao crescimento dos rapazes. As primeiras recebem agora R$ 937,14 (progresso de 14,3%), enquanto eles alcançaram R$ 1014,12 (alta de 10,8%). “O fato de o valor ainda ser superior para os homens é reflexo da predominância de alunos do sexo masculino nos cursos detentores das bolsas maiores, como Economia, Agronomia e Engenharias. Entretanto, a diferença vem caindo nos últimos anos e essa é a tendência clara de mercado”, explica Seme Arone Junior, presidente do Nube - Núcleo Brasileiro de Estágios.

O presidente destaca a importância de o jovem ter uma formação qualificada, para conseguir boas oportunidades profissionais. "Apesar da melhora nas remunerações, ainda há poucas vagas em relação ao número de candidatos. Uma dica básica, mas primordial para quem quer ingressar no mercado de trabalho, é o aprendizado contínuo e o investimento em língua portuguesa, um dos pontos mais cobrados em processos seletivos". Para ele, as empresas também ganham diversas vantagens ao contratarem estagiários. "Se as organizações recrutam pessoas dedicadas, também saem ganhando, pois poderão formar um colaborador, ainda sem vícios corporativos, dentro da cultura da própria instituição". Nessa linha, conclui: "Investir no desenvolvimento dos estudantes representa uma ajuda direta para o país formar bons profissionais, nas mais distintas áreas".

A Abres acredita no estágio como o maior instrumento de inserção do jovem no mercado de trabalho. Com essa oportunidade muitos alunos poderão realizar o sonho de ter uma carreira de nível superior e ainda completar sua formação. Para mais informações sobre estágios, carreiras ou análise dos números citados no texto, entre em contato com a nossa assessoria de imprensa pelos telefones (11) 3524-3333 / (11) 3154-7664 ou pelo e-mail imprensa@abres.org.br